Registro de resultados em prancheta no laboratório da Faxon Química

Suporte · Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

As dúvidas que mais chegam ao nosso time técnico e comercial, respondidas de forma direta. Não achou a sua? Pergunte ao time — a resposta vem de quem faz o tratamento.

Produtos

O que é cada linha e quando usar.

Qual é a diferença entre coagulante e floculante?

O coagulante neutraliza a carga elétrica das partículas dispersas na água e permite que elas se aproximem, formando os primeiros aglomerados. O floculante é um polímero de cadeia longa que une esses aglomerados em flocos maiores e mais densos, fáceis de decantar, flotar ou filtrar. Na maioria dos sistemas os dois trabalham em sequência, e o desempenho de um depende do ajuste do outro.

PAC ou sulfato de alumínio: como escolher?

Depende da água e do que vem depois no processo. O PAC costuma trabalhar bem em uma faixa mais ampla de pH e gerar menos lodo; o sulfato de alumínio é a opção consolidada, disponível também na versão isenta de ferro. A escolha se faz no ensaio de jarros com a sua amostra, comparando clarificado, volume de lodo e consumo de alcalinizante.

Polímero em pó ou em emulsão?

O pó tem maior concentração de ativo, menor custo logístico e armazenamento simples, mas exige preparo em batelada. A emulsão é líquida, dispensa o preparo demorado e facilita a dosagem contínua em plantas com automação. A carga do polímero (aniônico, catiônico ou não-iônico) importa mais que a forma; a apresentação é escolhida pela rotina da operação.

Como escolher um antiespumante?

Pela origem da espuma e pelo processo. A base aquosa é indicada para espumas de origem biológica e etapas sensíveis a resíduo oleoso; a siliconada para espumas persistentes e aeração intensa; a oleosa para meios com carga orgânica e gordura. O teste começa em laboratório com a sua amostra e é ajustado em campo.

O que são nutrientes para sistema biológico e quando eles são necessários?

São soluções nitrogenadas, fosfatadas ou nitrofosfatadas que corrigem a falta de nitrogênio e fósforo em relação à carga orgânica que entra no reator. Efluentes industriais raramente chegam com a proporção que a biomassa precisa; sinais como lodo com má sedimentabilidade, bactérias filamentosas e queda de eficiência costumam indicar deficiência de nutrientes.

Como peço a ficha técnica e a FDS de um produto?

Pelo formulário de contato, escolhendo o motivo "Ficha técnica" e informando o produto. Nas páginas de cada linha, o botão "Solicitar ficha técnica" já preenche o pedido com o produto identificado. A documentação é enviada pelo time técnico.

Aplicação

Como o tratamento é definido e mantido.

O que é o jar test e por que ele é feito com a minha amostra?

É o ensaio de jarros: simulamos em bancada as etapas de coagulação, floculação e sedimentação com diferentes produtos e dosagens, usando a água da sua planta. Uma água padrão não reproduz a sua turbidez, alcalinidade ou carga orgânica, então o ensaio com a amostra real é o que permite acertar produto e dosagem antes de chegar à planta.

Como a dosagem é definida e ajustada?

A dosagem de partida sai do jar test. Depois disso, ela é ajustada em campo pelo técnico, conforme os parâmetros medidos e as variações de vazão e de carga. O acompanhamento em campo existe justamente para manter a dosagem no ponto, evitando tanto o subtratamento quanto o desperdício.

A água mudou com a estação ou com a produção. O tratamento precisa mudar?

Frequentemente sim. Chuva, temperatura, safra e mudança de matéria-prima alteram turbidez, cor, pH e carga orgânica, e um produto ótimo em um período pode perder eficiência em outro. Por isso reavaliamos a formulação quando a água muda, muitas vezes refazendo o ensaio de jarros.

Quais sinais indicam que o sistema biológico está desequilibrado?

Lodo que não decanta, formação de espuma ou intumescimento no tanque de aeração, presença de bactérias filamentosas, odor e aumento de DQO e sólidos no efluente final. Esses sinais costumam apontar para desequilíbrio de nutrientes, choque de carga ou toxicidade, e cada causa pede uma ação diferente.

Vocês acompanham o tratamento na planta? Com que frequência?

Sim. O acompanhamento faz parte do pacote de serviços: técnicos visitam a planta para monitorar e ajustar o tratamento. A frequência é definida com o cliente conforme a necessidade do sistema; para alguns clientes, fazemos coletas de efluente ou de água de torre em datas fixas.

Fornecimento e logística

Como o produto chega até você.

Os produtos são fornecidos a granel ou fracionados?

Nos dois formatos. A apresentação é definida pelo consumo e pela estrutura de armazenamento da planta, de embalagens fracionadas ao fornecimento a granel, e pode mudar ao longo do contrato conforme a operação cresce.

Vocês atendem a minha região e o meu tipo de indústria?

Sim. Atendemos indústrias e operações de saneamento em todo o território nacional, a partir de seis unidades: Campo Bom (RS, matriz), Americana (SP), Igarassu (PE), Eunápolis (BA), Três Lagoas (MS) e Ponta Grossa (PR). O posicionamento estratégico das unidades, a frota própria e a logística certificada SASSMAQ encurtam o prazo e aproximam o atendimento técnico da sua planta, qualquer que seja o processo.

Como funciona a logística e o que é a certificação SASSMAQ?

Os produtos são transportados por frota própria, e a operação logística é certificada pelo selo SASSMAQ, o sistema de avaliação de segurança, saúde, meio ambiente e qualidade para transporte de produtos químicos. Na prática, isso significa produto perigoso chegando à sua planta com segurança e rastreabilidade.

Vocês recolhem as embalagens vazias?

Para quem opta pela logística reversa, sim: recolhemos as embalagens vazias para descarte seguro e ecológico, com as condições combinadas em contrato, sem gerar passivo ambiental para a sua operação.

Qual é o prazo de entrega?

O prazo depende do produto, da apresentação e da região de entrega, e é definido na proposta comercial. Para clientes em fornecimento contínuo, o acompanhamento técnico já programa as reposições para a planta não ficar sem produto.

Termos

Glossário técnico

Termos que aparecem no site e no dia a dia do tratamento de água e efluentes.

Jar test

Ensaio de bancada que simula, em pequena escala, a coagulação e a floculação do seu efluente para escolher produto e dosagem antes de aplicar na planta.

Coagulante

Produto que desestabiliza as partículas em suspensão no efluente, permitindo que se agreguem em flocos.

Floculante

Produto que une os flocos já formados pelo coagulante em partículas maiores, que decantam ou flotam com mais facilidade.

Antiespumante

Produto que reduz ou controla a formação de espuma em tanques, caixas e linhas de processo.

Efluente

Água resultante de um processo industrial ou de saneamento, que precisa ser tratada antes de retornar ao ambiente ou ser reaproveitada.

Lodo

Sólidos separados do efluente durante o tratamento, que passam por adensamento e desaguamento antes da destinação final.

Desaguamento

Etapa que remove a água do lodo (por centrífuga, filtro-prensa ou prensa desaguadora), reduzindo seu volume.

Adensamento

Etapa anterior ao desaguamento que concentra o lodo, aumentando a proporção de sólidos antes da etapa final.

Ficha técnica (FT)

Documento com as características de um produto e orientações de uso, disponível sob solicitação para cada item do portfólio.

FDS

Ficha de Dados de Segurança: documento com informações de manuseio, armazenamento e segurança do produto.

SASSMAQ

Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade no transporte rodoviário de produtos químicos, usado pela frota que atende a Faxon.

Não achou a sua dúvida?

Pergunte direto ao time técnico. Conte qual é o processo e o que você precisa resolver, e a resposta vem de quem faz o tratamento.

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